24 de abril, 2019

Boldonaro's X Mourão: loucura ou estratégia com respaldo (de quem)?

O nível intelectual e sentimentos do Presidente Bolsonaro e seus filhos, são imensamente piores do que um PITBULL louco. Os filhos superam qualquer adversário do próprio pai, com as confusões que arrumam, ao ponto de ir acumulando ex-aliados como inimigos. Vai chegar numa situação que eles não terão quem os defenda ou os apoie e aí virá o "BASTA"...  que já ocorreu com outras personalidades na vida pública. Serão amaldiçoados - já que usam tanto o nome de Deus - que o destino será lata de lixo da história, de onde nunca deveriam ter saído... E não vai demorar.

São tantas matérias na mídia tradicional e alternativa sobre os ataques do Filho 02 o Vereador Carlos Bolsonaro contra o Vice Presidente General Mourão, que fiz aqui uma coletânea de algumas, pois é impossível acompanhar todas. Charge capa "Aroeira" no Humor Político. Marcelo Nassif, Jornal do Nassif 


Brasil 247 - CARLOS BOLSONARO MANTÉM ARTILHARIA CONTRA MOURÃO: SETE ATAQUES CONSECUTIVOS - 24/ABRIL/2019 ÀS 11:17

247 - Com mais dois ataques a Mourão na manhã desta quarta-feira (24), Carlos Bolsonaro mantém seu fogo de artilharia: foram nada menos que sete ataques ao vice-presidente Hamilton Mourão deste o fim da tarde de ontem. A princípio, na segunda-feira, o 02 de Bolsonaro sinalizou que daria uma pausa nos ataques, mas, o que fez, foi o contrário, deixando sempre explicito em suas postagens que o general estaria tramando contra seu pai. 

Carlos começou a manhã tentando relacionar Mourão ao ex-deputado Jean Willys, que encontra-se exilado por conta de ameaças de morte. 

Mourão opinou a respeito do asilo de Wyllys. Em sua visão, "o ativista poderia ter ficado no Brasil" pois o País tem condições de "protegê-lo". 

Tal declaração invocou a ira de Carlos. 

"Caiu no colo de Mourão algo que jamais plantou. Estranhíssimo seu alinhamento com políticos que detestam o Presidente. Qualquer um sabe que Jean Willians não saiu do Brasil por perseguição, mas por uma esperta jogada política cultural. Com a palavra, o culto", disse. 

Caiu no colo de Mourão algo que jamais plantou. Estranhíssimo seu alinhamento com políticos que detestam o Presidente. Qualquer um sabe que Jean Willians não saiu do Brasil por perseguição, mas por uma esperta jogada política cultural. Com a palavra, o culto: pic.twitter.com/8baawxnBzf
 

Caiu no colo de Mourão algo que jamais plantou. Estranhíssimo seu alinhamento com políticos que detestam o Presidente. Qualquer um sabe que Jean Willians não saiu do Brasil por perseguição, mas por uma esperta jogada política cultural. Com a palavra, o culto: pic.twitter.com/8baawxnBzf

— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) 24 de abril de 2019

O filho do capitão reformado não parou por ai. Na sequência ele tenta se esquivar do ataque, dizendo que apenas se baseia em fatos. 

Vice contraria Ministros e agenda que elegeu Bolsonaro Presidente. Por @bernardopkuster : vamos acabar com essa controvérsia e entender qual é a do tal Mourão. https://t.co/FKYS4ADoWM

— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) 24 de abril de 20

Curiosa opinião dos organizadores do canal do youtube “Vista Pátria” sobre ocorrido hoje. Assista sua colocação. https://t.co/ghmcDIR5Kf

— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) 23 de abril de 2019

Lembro que não estou reclamando do vice só agora e tals.... são apenas informações! Não ataco ninguém, são apenas fatos que já aconteceram e gostaria de continuar compartilhando com os amigos! Um bom dia a todos!

— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) 24 de abril de 2019

Vale lembrar que o STF sentiu a pressão da internet e ruas ao analisar estranho caso de liberdade de expressão. Decisão se cumpre, mas também se comenta. Qualquer outra interpretação mais uma vez demonstra a paixão camuflada! pic.twitter.com/dLLcGnmMoP

— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) 24 de abril de 2019

Tirem suas conclusões.... de novo e de novo e de novo e de novo: https://t.co/suk3kLJ5yN

— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) 24 de abril de 2019

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Brasil 247 - Bolsonaros postam vídeo do guru Olavo contra militares e botam fogo no cabaré, por Ricardo Kotscho em 22/abril/2019

Eles não nos dão sossego nem no feriadão.

Com seus dedos nervosos, sem ter o que fazer, os Bolsonaros pai e o filho Carlucho 02 publicaram em suas páginas nas redes sociais um vídeo do guru Olavo de Carvalho em que ele ataca o vice Mourão e os militares do governo com ofensas e palavrões.

Bolsonaro deletou o vídeo às 18h30 do domingo, mas o estrago já estava feito, e o fogo se alastrou pelo cabaré de vaidades, loucuras e incompetências do Palácio do Planalto.

É nesse clima, com o Supremo dividido sobre suas lambanças e o Congresso conflagrado pelo baixo clero, que começamos mais uma semana, depois do feriadão de Páscoa, que estava tranquilo até Carlucho pegar o celular.

Com o aval do presidente da República, o aloprado caçador de ursos na Virgínia, que pensa mandar no governo, acusou os militares de ter feito "cagadas", antes e depois do golpe de 1964, e de querer desestabilizar o governo.

"Os milicos têm de começar a confessar os seus erros, antes de querer confessar os dos outros", disparou Olavo de Carvalho.

No filme, o "filósofo" da família Bolsonaro diz que "a última contribuição dos militares foram as obras de Euclides da Cunha".

"Desde então, foi só cabelo pintado e voz empostada", arrematou Olavo, antes de concluir com a delirante tese segundo a qual "os milicos entregaram o país aos comunistas".

Pode-se imaginar o que a cada vez maior corte de generais que cerca o capitão deve ter pensado ao assistir a esse vídeo escatológico.

Durante a semana, com a mão do gato, como revelou o colunista Lauro Jardim, no Globo, Bolsonaro já vinha incentivando aliados a bater duro no vice Mourão, que se manteve em silêncio.

Em países normais, é o vice quem costuma conspirar contra o presidente, como fez Michel Temer com Dilma, mas aqui está acontecendo o contrário.

Neste hospício sem fronteiras, o Supremo Tribunal Federal, que deveria ser o poder moderador para colocar ordem no cabaré, também está tentando apagar seus próprios incêndios, com o plenário dividido e Gilmar Mendes, mais uma vez, em Portugal.

Foi em Lisboa, onde participa do 7º Fórum Jurídico do IDP, instituto de sua propriedade, que ele apoiou a censura de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes a dois sites bolsonaristas.

"Ali a decisão de censura se fez da avaliação de que talvez houvesse fake news, porque talvez o documento não existisse. Verificou-se depois que o documento existia e, por isso, cancelou-se a intervenção".

Que maravilha de raciocínio! Em breve, deve virar jurisprudência no STF sob a rubrica "talvez".

Na outra ponta da Praça dos Três Poderes, a Câmara prepara-se para votar na CCJ a reforma da Previdência baseada em estudos e pareceres que Paulo Guedes agora colocou sob sigilo.

Os deputados e os contribuintes não podem saber de onde ele pretende tirar o R$ 1 trilhão de economia para "salvar o país do colapso fiscal".

Das duas uma: ou essa base de dados esconde maldades ainda não reveladas contra os aposentados presentes e futuros ou estes estudos simplesmente não existem.

Se a reforma fosse boa para todos, não precisava ser secreta.

E assim segue o baile, com os vários cabarés federais pegando fogo em Brasília, enquanto o país afunda cada vez mais neste buraco sem fundo do bolsonarismo em marcha para o caos.

Preparem seus corações. A semana promete fortes emoções (até rimou...).

Vida que segue.
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Fio desencapado, Carlos Bolsonaro acusa Mourão de conspiração e acabará derrubando o governo do pai, por Kiko Nogueira no DCM Diario do Centro do Mundo em 23/abril/2019  

Em inglês é uma expressão consagrada: loose cannon, “canhão solto”.

Fio desencapado, numa tradução meia boca.

Toda organização, familiar ou empresarial, tem essa figura. Ou ela é contida ou ela destrói por dentro. 

Carlos Bolsonaro está levando o governo do pai Jair — com a anuência deste – à inviabilidade a passos largos.

Resolveu abrir as baterias contra o general Mourão e, por tabela, os militares.

Formou com Olavo de Carvalho — e, provavelmente, Steve Bannon — uma frente para arrebentar o vice.

No sábado, dia 20, um vídeo em que Olavo xingava os “milicos” e mandava indiretas a Mourão foi postado no canal oficial de Bolsonaro no YouTube.

Foi apagado no dia seguinte. Antes disso, Carlos havia replicado o conteúdo infame.

Tomou uma enquadrada e, enigmático, fazendo a Nana Caymmi, afirmou que começava “uma nova fase em sua vida”, reclamando de “gente estrelada”. 

Carlos Bolsonaro ✔ @CarlosBolsonaro 08:19 - 23 de abr de 2019

Tradução “so que parece ser” convite ao vice presidente para palestra nos EUA  e convidados-se não visse não acreditaria que aceitou com tais termos (que pode ser conferido no próprio site da empresa) / já que desta vez não se trata de curtida vamos ver como alguns irão reclamar. pic.twitter.com/saNy6qRYGf

— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) 23 de abril de 2019

Foi apagado no dia seguinte. Antes disso, Carlos havia replicado o conteúdo infame.

Tomou uma enquadrada e, enigmático, fazendo a Nana Caymmi, afirmou que começava “uma nova fase em sua vida”, reclamando de “gente estrelada”. 

Balela.

Recrudesceu a campanha. Depois de Mourão classificar o desafeto de “astrólogo”, Carlos foi curtir as postagens de Olavo agredindo o outro.

Na manhã desta terça, dia 23, foi mais longe e acusou o vice presidente de conspirar nos EUA contra o governo.

Publicou o convite de uma palestra de Mourão em Washington e acusou: “o jogo está muito claro”.

No texto do Wilson Center, o general é definido como “voz de razão e moderação” e a tragicomédia comandada por Jair é lembrada como “paralisia política, em grande parte devido às crises sucessivas geradas pelo próprio círculo interno do presidente, se não por si próprio”.

Carlos está apostando todas as fichas contra os Mourão e a ala militar. Principalmente as que não tem.

Não vai sossegar enquanto não derrubar o governo.

É uma relação de amor e, embora ele não saiba, ódio com o progenitor.

Virou vereador aos 17 anos para resolver uma pendenga de Jair com a ex-mulher, mãe do adolescente Carluxo.

Isso não sai de graça.

Ninguém que tatua o rosto do pai no braço pode ser normal.

É paradoxal: graças a essa gente o governo do capitão é, provavelmente, aquele em que as Forças Armadas estão sendo mais enxovalhadas.  

Bolsonaro tem diante de si o tipo de soldado que Napoleão categorizava como “ignorante com iniciativa”.

A diferença é que o Corso os fuzilava por causa do estrago que faziam.

Bolsonaro os promove e estimula.

@CarlosBolsonaro Também denunciei este print da jornalista @RachelSherazade, onde ela ataca o presidente @jairbolsonaro e exalta o @GeneralMourao, e o mesmo pactua com ela curtindo sua narrativa.  A imprensa  minimizou e a jornalista ridicularizou em entrevista à @folha.

— Marco Feliciano (@marcofeliciano) 23 de abril de 2019

E o senhor está querendo holofotes. Que vergonha, pastor @marcofeliciano !!! Porte-se como homem de Deus ou abdique de seu rebanho e use confortavelmente sua máscara de político. Caso contrário, continuará a ser uma alma atormentada, dividida entre Deus e o diabo.

— Rachel Sheherazade (@RachelSherazade) 23 de abril de 2019

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Carlos, filho de Bolsonaro, ataca o vice Mourão, por Leandro Fortes, Rede de Jornalistas pela Democracia no Brasil 247 em 24/abril/2019

A política brasileira foi de tal modo brutalizada, que uma notícia dessa não cataliza nada. Os jornalistas que a escrevem, as redes que a replicam, as bombas estouram todas no ar.

Tem sido assim, desde o golpe em Dilma Rousseff, mas, depois do Bozo, passamos a naturalizar o absurdo.

Carlos, filho de Bolsonaro, ataca o vice Mourão

E nenhum tambor está rufando. Nenhuma toga indignada.

Que tragédia.
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MARCO FELICIANO FESTEJA APOIO DE CARLOS BOLSONARO A IMPEACHMENT DE MOURÃO - Brasil 247 em 24/abril/2019 ás 10h14 (texto e foto)

O deputado federal Marco Feliciano gravou um vídeo que festeja a adesão de Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, à proposta de afastamento do vice-presidente da República, general Hamilton Mourão; "Quando vejo o Carlos colocar nas suas mídias sociais os mesmo argumentos que eu usei no meu impeachment de 13 páginas, e reverberar como reverberou, acho que isso faz bem para o país", disse Feliciano

247 - O deputado e pastor Marco Feliciano (Podemos-SP) é autor de um pedido de impeachment contra o vice-presidente da República, general Hamilton Mourão. A informação é do jornalista Tales Faria, em sua coluna no Portal UOL. 

O pedido foi protocolado na câmara no dia 16.

Ontem ele gravou o vídeo abaixo para o blog em que festeja a adesão de Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, à proposta de afastamento do vice.

"Quando vejo o Carlos colocar nas suas mídias sociais os mesmo argumentos que eu usei no meu impeachment de 13 páginas, e reverberar como reverberou, acho que isso faz bem para o país", disse Feliciano.

O bispo aderiu ao grupo de apoiadores de Olavo de Carvalho a quem visitou recentemente nos EUA, antes de protocolar o pedido de afastamento de Mourão.

O astrônomo e guru dos filhos de Bolsonaro também tem atacado o vice e os generais do governo nas redes sociais.

O porta-voz da Presidência, general Rego Barros, declarou ontem que Jair Bolsonaro quer "colocar um ponto final" nas desavenças entre seu filho e Mourão.

Logo depois, Carlos Bolsonaro voltou a criticar o general no twitter.

Ao blog, Feliciano afirma que Mourão "conspira contra o presidente. Ele quer a cadeira dele, só isso".
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O VEREADOR CONTRA O VICE: Uma babá para Carluxo, POR BERNARDO MELLO FRANCO em O GLOBO - 24/04/2019 02:00

O GLOBO via 247 - O jornalista Bernardo Melo Franco, em sua coluna no Jornal O Globo,  afirma que "Não durou 24 horas a trégua de Carluxo, o filho pit bull de Jair Bolsonaro. Na noite de segunda, o Zero Dois sinalizou uma pausa nos ataques a Hamilton Mourão. Na terça, já voltou a tuitar contra o general"

"Ontem o vereador tirou mais um dia para torpedear o vice-presidente. De manhã, reclamou de uma palestra que ele fez em Washington. À tarde, ironizou uma declaração sobre a Venezuela. À noite, criticou uma frase sobre a facada sofrida pelo pai. Referiu-se ao general como 'o tal de Mourão', relata.

"As queixas de Carluxo sugerem uma tentativa de encontrar pelo em ovo. No caso da palestra, ele culpou o vice por uma carta de divulgação do Wilson Center. O texto diz que Mourão emergiu como uma voz moderada no governo, o que é difícil de contestar".

"Ao falar da Venezuela, o vice ponderou que é preciso evitar uma guerra civil. Sobre a facada, disse que Bolsonaro não deveria fazer propaganda no hospital. O Zero Dois discordou. Tempos depois, postou uma foto do pai de cueca numa maca".

O jornalista constata que "o presidente poderia conter o filho com medidas simples, como o confisco do celular ou a contratação de uma babá. Escolheu passar a mão em sua cabeça, o que sugere um aval aos ataques. Ontem o porta-voz do Planalto disse que Bolsonaro tem 'consideração e apreço' pelo vice, mas 'estará sempre ao lado' do herdeiro".

"Não há bobos em Brasília. Hostilizado por um governo tropeça nas próprias pernas, Mourão marcha na direção de parlamentares e empresários. Ele já aposentou as ideias radicais da campanha, como o “autogolpe” e a Constituinte sem votos. Adotou tom conciliador, posando de bombeiro entre incendiários".
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Ataques insensatos podem fortalecer Mourão, por Helena Chagas - abril 24, 2019, 14:31 OS DIVERGENTES

Há muita gente hoje que, se estivesse no lugar do general Hamilton Mourão, estaria começando a gostar da situação. É claro que, para qualquer vice, é desconfortável e constrangedor ficar brigado com o titular. Pouco prático, porque coloca o sujeito em saias-justas diversas no cerimonial da Presidência. No caso em questão, porém, pode ser um bom negócio para Mourão, na medida em que vão ficando cada vez mais expostos os desvarios de insensatez de quem o ataca – o filho presidencial 02, Carlos Bolsonaro.

Até pouco tempo atrás, havia quem apontasse, no comportamento midiático de Mourão – sempre dando declarações sensatas e se aproximando de setores do empresariado e da política – sinais de uma conspiração no mínimo para tornar-se palatável aos olhos do establishment como hipotético substituto de Jair Bolsonaro.

O tempo foi passando e a questão não é mais essa. Atacado abertamente nos tuítes de Carlos e do sempre guru da família Olavo de Carvalho, Mourão, de conspirador, vai passando à vítima.  Não há qualquer observador de bom senso que não veja a insensatez de afirmações como a de que Mourão teria algum “alinhamento” ao ex-deputado Jean Wyllys apenas porque lamentou sua saída do país sob a alegação de que aqui correria riscos.

Ou então na tentativa de passar a ideia de que o então candidato a vice teria acusado o então candidato Bolsonaro de “vitimizar-se” no dia em que sofreu uma facada. Todo mundo sabe que isso não aconteceu.

Então, se tudo ainda não se transformou num grande hospício, a percepção da maioria será a de que não é Mourão o maior louco da instituição Planalto. Com todos os defeitos que possa ter, inclusive o discurso troglodita do passado, o vice, ao ser colocado no paredão da ala familiar-ideológica do governo pode é estar caminhando a passos mais rápidos para chegar onde todo mundo acha que ele quer ir mesmo.
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Atirou no general e foi brincar de ‘cowboy’?, por JULIA CAMARGO no Tijolaço em 24/abril/2019 - charge Adnael no Humor Político

Se o filho presidencial está em meio a uma crise nervosa, o respaldo que o pai vem lhe dando em sucessivas declarações que manda o porta-voz do Planalto fazer é pior ainda do que numa situação normal.

Muito menos que o irmão, Eduardo, venha ecoar as críticas do irmão.

O Brasil, infelizmente, virou stand de tiro ao alvo de uma família transtornada.

PS. O Clube .38, aliás, é o mesmo em que treinou Adélio Bispo, o esfaqueador de Bolsonaro…
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